Eu, pecador me confesso:
De nem sempre saber sorrir,
De nem sempre saber ouvir,
De nem sempre saber compreender e ajudar.
De nem sempre saber compreender e ajudar.
Eu, pecador me confesso:
Porque não tenho cantado,
Como devia, a beleza da vida,
A imensidade do amor de Deus,
O valor da fraternidade,
A importância da justiça e da paz.
Eu, pecador me confesso:
Porque não tenho sido esperança,
Não tenho semeado esperança
Não tenho gritado esperança.
(D. Manuel Martins)


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